Como as marcas estão investindo em NFTs e no metaverso - foto: reprodução/riot games

Como as marcas estão investindo em NFTs e no metaverso

Qual é a relação entre os NFTs e o metaverso? O que um tem a ver com o outro? Diferente do que muitos pensam, eles não são a mesma coisa. 

Mas eles têm, sim, muito a ver um com o outro e estão intimamente ligados. A rede Blockchain, um tipo de livro-razão compartilhado e imutável, permite utilizar os NFTs para transações financeiras dentro do metaverso. É desta forma que esses conceitos se interligam. 

Com a crescente popularização do metaverso e a adesão dos usuários aos ambientes virtuais, seja para comprar, jogar ou simplesmente interagir entre si, as marcas estão apostando cada vez mais nessa tendência. Mas, principalmente, estão desenvolvendo itens exclusivos para gerar faturamento extra e mais oportunidades de engajamento dos clientes. Ou seja, NFTs.

Esses “Tokens não-fungíveis” podem ser qualquer coisa no mundo digital: uma imagem, um vídeo, um áudio, um nome de domínio, álbuns de música e até mesmo as conhecidas skins

Um exemplo recente e que chamou muita atenção foi a parceria do grupo de K-pop mais famoso da atualidade, o BTS, com o jogo online Free Fire, sucesso no Brasil e no mundo. Ao todo, sete novos trajes foram adicionados ao jogo, todos criados pelos membros do grupo. 

BTS Free Fire Skins

Foto: Reprodução/Free Fire

Além disso, a colaboração rendeu outros conteúdos temáticos dentro e fora do jogo. Salvo as skins, os usuários tiveram acesso a emotes (emoticons usados pelos espectadores no chat), desafios e um programa de dois episódios que contou com a presença dos astros do K-pop. 

Essa colaboração engajou fortemente os fãs do grupo, que também se tornaram os novos embaixadores do game, já que era necessário cumprir uma série de tarefas para desbloquear as skins  A Hybe Corporation, empresa responsável pelo BTS, conseguiu não apenas alcançar e levar o público ao ambiente virtual, como também aumentou o reconhecimento da marca (BTS) fora dele. Visto que o anúncio da colaboração causou um tremendo impacto nas redes sociais e consolidou ainda mais a fama do septeto, valorizando o nome do grupo no mercado.

Seguindo a mesma estratégia, diversas outras marcas também estão se aproveitando dessa tendência de customização dos personagens dos games e outros comportamentos de consumo dentro do metaverso para alcançar novos públicos e aumentar seu reconhecimento. Gucci e Louis Vuitton, por exemplo, são marcas que estão assinando coleções e fazendo parcerias com grandes desenvolvedoras mundiais de jogos a fim de popularizar seus próprios NFTs.

Louis Vuitton Skins

Skin desenvolvida pela Louis Vuitton para o jogo "League of Legends" - Foto: Reprodução/Riot Games

A Gucci e o  jogo Tennis Clash, da WildLlife Studios, tem uma parceria milionária que, além dos figurinos para os personagens, também dá a chance de os jogadores se vestirem igualmente ao seu avatar preferido. A linha exclusiva da Gucci contará com chapelaria, meias, sapatos e roupas em geral. O intuito é aprimorar a experiência do jogo no mundo real. 

Considerando que a indústria dos games está avaliada em US$163,1 bilhões, tendo um lucro maior do que o universo da música e o filme juntos, e que o mercado de skins movimenta mais de US$10 bilhões anualmente, investir em coleções para o metaverso se mostra uma tática bastante eficaz, tanto em rentabilidade quanto no aumento da popularidade das marcas.

O mais interessante das marcas investirem em lançar seus NFTs no metaverso é que, primeiramente, o resultado se reflete dentro e fora do ambiente online. Segundo é que essa estratégia não se limita apenas às marcas grandes e por valores altíssimos. É possível que empresas de todos os tamanhos e nichos façam e promovam suas campanhas nesse sentido. 

Gucci Skins

Skins desenvolvidas pela Gucci para o jogo "Tennis Clash" - Foto: Reprodução/Wildlife

Embora alguns digam que os NFTs e o metaverso, gradativamente, perderão a popularidade entre os usuários da internet, as perspectivas para o futuro são outras, tanto que já existem algumas plataformas de e-commerce que ajudam outras empresas nesse processo, sendo necessário investe apenas o valor do layout e, em seguida, criar uma conta gratuitamente.

Logo, independentemente de qual seja o tamanho ou o público, qualquer marca pode experimentar os NFTs e o metaverso, a fim de alcançar clientes neste novo ambiente digital.

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*Artigo também publicado pela Codeby no site do parceiro E-commerce Brasil.

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