O papel do marketplace no varejo online

O papel do marketplace no varejo online

Lojistas que trabalham com varejo online comumente se deparam com diversos canais de vendas que podem ser incorporados à sua estratégia, como é o caso dos marketplaces, uma forma de aumentar o alcance da marca e até torná-la um forte canal de conversão em vendas.

A expansão do Marketplace aqui no Brasil começou em 2006, quando empresas já atuantes no varejo online com grandes tráfegos, aumentaram o sortimento dos produtos oferecidos e adicionaram lojas menores - e especializadas - em um determinado nicho ou segmento, com o intuito de venderem em seu e-commerce. Seguindo uma linha semelhante ao Mercado Livre.

De lá para cá, o marketplace se tornou parte significativa das movimentações de vendas online, de empresas de todos os portes. Tanto que, segundo a Edição 42º da pesquisa Webshopper realizada no primeiro semestre de 2020 pela Ebit|Nielsen, os marketplaces tiveram participação de aproximadamente 78% no faturamento total do e-commerce no país.  

Isso comprova a consolidação da estratégia no mercado e a forte aceitação desses canais em meio aos consumidores. Hoje em dia, o marketplace é inserido pelos varejistas em suas estratégias de duas formas: adentrando como parceiro na estrutura de empresas já consolidadas e ofertando seu mix de produtos. Ou estabelecendo sua própria estrutura de marketplace, convertendo-se no ambiente onde outros lojistas podem oferecer seus produtos. 

Com os variados players disponíveis no mercado, os avanços da tecnologia e o surgimento de soluções que tornam este modelo de negócio mais acessível, os marketplaces puderam evoluir muito - sobretudo nos últimos três anos. O que, consequentemente, trouxe variações em seu segmento e produtos oferecidos, baseadas no público-alvo do shopping online. 

Os marketplaces são divididos atualmente em quatro tipos: 

  • Marketplace B2B: plataformas que fazem a intermediação da relação de compra e venda entre empresas e fornecedores, o famoso business to business;  
  • Marketplace B2C: as empresas vendem diretamente ao consumidor final, são os tipos mais comuns de marketplaces e conta com os portais mais bem-sucedidos em diversos segmentos como Dafiti, Americanas e Magalu; 
  • Marketplace C2C: modalidade que permite aos consumidores comuns atuarem como pequenos comerciantes, vendendo desde produtos/serviços para outros consumidores;
  • Marketplace de nicho: assim como existem marketplaces que apostam na variedade de produtos ou no modelo de negócio diferenciado, os marketplaces de nicho reúnem negócios de um segmento especializado.

Deste modo, marcas de todos os segmentos e tamanhos conseguem adotar esse tipo de plataforma de e-commerce levando em conta suas características para aumentar as vendas, alcançar mais clientes finais, acompanhar tendências do mercado ou somente se fortalecer. 

Visibilidade, baixo custo, segurança e praticidade são alguns pontos que resumem o papel do marketplace no varejo online, trazendo benefícios tanto para os lojistas quanto para os clientes. Ambos os lados saem ganhando. 

Mas vale lembrar que gerenciar um marketplace é totalmente diferente de gerir um único e-commerce, afinal, a dinâmica do canal tem suas próprias características. São diversos termos específicos, exigências que mudam conforme o parceiro escolhido, cada uma dessas características precisa ser entendida para que, ao optar por inserir este canal em sua estratégia de vendas, a implementação (se for este o caso) seja positiva e traga resultados. 

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